O problema com a análise de risco feita em planilha
Toda consultoria tem seu modelo de planilha de NR-12. E todo modelo tem os mesmos três defeitos: a análise da máquina anterior não ajuda em nada na próxima, o que foi levantado em campo é redigitado à noite no hotel, e o plano de ação vira um documento morto no momento em que é entregue.
O resultado é conhecido: a indústria recebe um PDF, arquiva, e ninguém volta ali até a próxima auditoria ou até o acidente.
O que o módulo faz
Inventário de máquinas
Cada máquina com tag, setor, fabricante, ano e histórico próprio. A análise seguinte parte do que já existe, em vez de começar de uma planilha em branco.
Análise de risco item a item, com HRN
Cada perigo recebe cálculo de HRN inicial e, depois das medidas propostas, HRN residual. Isso resolve duas coisas ao mesmo tempo: dá ordem de prioridade para a indústria — o que corrigir primeiro com o orçamento que existe — e deixa registrado o quanto cada medida reduziu de risco, que é o que sustenta a decisão técnica se ela for questionada depois.
Catálogo de riscos que é seu
O catálogo é configurável pelo próprio cliente. Quem trabalha com injetoras cadastra os perigos de injetora do jeito que descreve; quem trabalha com frigorífico cadastra os dele. O vocabulário técnico do laudo passa a ser o da casa, não o de um modelo genérico.
Motor de automação
O cliente monta regras que preenchem a análise sozinhas. Se a máquina é de determinado tipo e tem determinada característica, os perigos previsíveis já entram preenchidos, com a medida usual sugerida. O engenheiro revisa e ajusta em vez de digitar do zero — e o que é repetitivo para de consumir a hora técnica.
Aplicativo Android para o campo
O levantamento é feito na frente da máquina, com foto e gravação de voz. Nada de anotar no caderno para transcrever depois. A sincronização entre campo e escritório é automática: o que foi registrado no chão de fábrica já está no sistema quando você senta para fechar o laudo.
Laudo, análise e plano de ação prontos
Saída em Word e PDF. Word porque o responsável técnico quase sempre quer ajustar alguma coisa antes de assinar, e não faz sentido travar isso.
O que este módulo entrega aos outros
Máquina sem chave de seccionamento não é só um item de NR-12. É um impedimento de manutenção elétrica, que o módulo de NR-10 precisa saber, e pode virar discussão de periculosidade lá na frente. Aqui esse achado viaja sozinho entre os módulos.
Na mesma linha: o levantamento de ergonomia da NR-17 é feito na mesma visita, na mesma máquina, com o mesmo operador — coisa que praticamente ninguém entrega junto com o laudo de NR-12.
Para quem é
| Perfil | Uso típico |
|---|---|
| Indústria | Mantém o inventário e o plano de ação vivos, com prazo e responsável, entre uma auditoria e outra. |
| Consultoria | Atende toda a carteira dentro de uma licença só, com catálogo e regras próprios reaproveitados a cada cliente. |
| Profissional autônomo | Faz o levantamento sozinho em campo pelo celular e fecha o laudo no mesmo dia. |
Perguntas frequentes
O que é HRN?
É um método numérico de hierarquização de risco que combina probabilidade de exposição, frequência, grau de dano possível e número de pessoas expostas. Serve para ordenar o que corrigir primeiro e para comparar o risco antes e depois das medidas.
O aplicativo funciona sem internet?
Sim. O registro é feito em campo e sincroniza quando a conexão volta — o que resolve o problema de galpão sem sinal.
A licença vale para mais de uma empresa?
Vale. A licença é de quem contrata e cobre todas as empresas que ele atende. É exatamente o caso de consultoria e de profissional que presta serviço para várias indústrias.
Dá para contratar só este módulo?
Sim, e é o mais comum. Os módulos são contratados separadamente, com adição ou retirada na renovação.